quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Proezas de João Grilo
Após a curtíssima temporada do Auto da Compadecida no Teatro Castro Alves, fomos direto ao folheto, às ruas, escolas, clubes e fábricas, em 1978, com proposta, contrato, relatório... Jussara Silveira toca violão...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Teatro Livre da Bahia no ICBA em 1977
O programa, fotos (de Alexander Loeb Caldenhof, algumas doadas por Carmen Paternostro) e dois recortes de jornal (um com foto do diretor João Augusto Azevedo, professor da Escola de Teatro da Universidade da Bahia a convite de Martim Gonçalves, líder do Teatro dos Novos, do Teatro Vila Velha e do Teatro Livre), relativos à oficina do Teatro Livre da Bahia de 1977 que gerou o espetáculo Off Sina Pombas Bahia (no qual, entre outros, fui ator e dramaturgo) no Teatro do ICBA e fortaleceu o teatro de cordel na Bahia:
terça-feira, 1 de novembro de 2011
No sagrado teatro baiano: Lia Robatto, Luciano Diniz, Mar Revolto e grande elenco
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Armindo Bião: um João Grilo, entre tantos mais...
Recebi, no Teatro Dan Dan, na Vila Matos, em 1977, a visita de Carlos Petrovich e Ewald Hackler, que resultaria nessa bela aventura (para mim, para mim...)...
João Augusto Azevedo, Matilde Matos, Carlos Borges e Eleonora Ramos elogiaram e o público gostou... mas a temporada foi interrompida sem aviso prévio... Carlos Ribas registrou isso e, também, a saída intempestiva de Maurice Vaneau (que assinou a encenação do clássico de Ariano Suassuna, Auto da Compadecida) da direção do Teatro Castro Alves, onde acontecia o espetáculo em superprodução para os hábitos do teatro baiano da época (há mais de 33 anos, tempo suficiente para nascimento, vida, paixão e morte de messias)...
De lá para cá, já viveram todas as suas paixões, os colegas de cena nesse Auto (onde estreou o músico Carlos Pita):Wilson Mello, Haydil Linhares, Milton Gaúcho, João Gama, Chiquinho Brandão...
Claramente inspirada em folhetos de feira, da literatura de cordel nordestina, essa peça tem a ver mas não é exatamente do teatro de cordel "criado" por João Augusto...
Aqui o programa, fotos, recortes de jornal... e há mais em em meus arquivos...

João Augusto Azevedo, Matilde Matos, Carlos Borges e Eleonora Ramos elogiaram e o público gostou... mas a temporada foi interrompida sem aviso prévio... Carlos Ribas registrou isso e, também, a saída intempestiva de Maurice Vaneau (que assinou a encenação do clássico de Ariano Suassuna, Auto da Compadecida) da direção do Teatro Castro Alves, onde acontecia o espetáculo em superprodução para os hábitos do teatro baiano da época (há mais de 33 anos, tempo suficiente para nascimento, vida, paixão e morte de messias)...
De lá para cá, já viveram todas as suas paixões, os colegas de cena nesse Auto (onde estreou o músico Carlos Pita):Wilson Mello, Haydil Linhares, Milton Gaúcho, João Gama, Chiquinho Brandão...
Claramente inspirada em folhetos de feira, da literatura de cordel nordestina, essa peça tem a ver mas não é exatamente do teatro de cordel "criado" por João Augusto...
Aqui o programa, fotos, recortes de jornal... e há mais em em meus arquivos...
| as fotos são de Tomaz Neto |
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Fé no teatro baiano!
Só tenho o programa deste espetáculo que reuniu grande elenco e equipe no Teatro Castro Alves pelos 300 anos da Arquidiocese da Bahia: Auto do Tempo e da Fé!
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