quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Armindo Bião: um João Grilo, entre tantos mais...

Recebi, no Teatro Dan Dan, na Vila Matos, em 1977, a visita de Carlos Petrovich e Ewald Hackler, que resultaria nessa bela aventura (para mim, para mim...)...

João Augusto Azevedo, Matilde Matos, Carlos Borges e Eleonora Ramos elogiaram e o público gostou... mas a temporada foi interrompida sem aviso prévio... Carlos Ribas registrou isso e, também, a saída intempestiva de Maurice Vaneau (que assinou a encenação do clássico de Ariano Suassuna, Auto da Compadecida) da direção do Teatro Castro Alves, onde acontecia o espetáculo em superprodução para os hábitos do teatro baiano da época (há mais de 33 anos, tempo suficiente para nascimento, vida, paixão e morte de messias)...

De lá para cá, já viveram todas as suas paixões, os colegas de cena nesse Auto (onde estreou o músico Carlos Pita):Wilson Mello, Haydil Linhares, Milton Gaúcho, João Gama, Chiquinho Brandão...
Claramente inspirada em folhetos de feira, da literatura de cordel nordestina, essa peça tem a ver mas não é exatamente do teatro de cordel "criado" por João Augusto...

Aqui o programa, fotos, recortes de jornal... e há mais em em meus arquivos...







as fotos são de Tomaz Neto




segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Fé no teatro baiano!

Só tenho o programa deste espetáculo que reuniu grande elenco e equipe no Teatro Castro Alves pelos 300 anos da Arquidiocese da Bahia: Auto do Tempo e da Fé!



terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tabu: Armindo Bião em cena!

Por que teria sido o ato falho de só postar daqui de Sintra este material abaixo (em fotos de Aristides Alves)?
















sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Duas peças teatrais de Nivalda S. Costa

De aprender a nadar, que foi no Vila Velha, em 1975, só tenho o programa.

De O Pequeno Príncipe, que foi no Teatro do Instituto Goethe (ICBA), em 1976, tenho quatro fotos...

Há poucas semanas, fui procurado para falar do teatro de Nivalda S. Costa que conheci... por isso sei que há gente interessada: